12 agosto 2013

Medos na gravidez.

Bom dia!!

Ultimamente tenho me sentido muito estranha, com medo de que algo errado aconteça na minha gravidez, e sempre que estou perto de fazer US esse medo se intensifica.
Não consigo identificar se o que sinto são as mexidas do bebê mesmo ou gases , e como ñ são intensas e frequentes esses dias estou numa neura só!
Fora que como tive enxaqueca tive que tomar dipirona na veia e aí que fiquei cismada mesmo.
Desculpem se pareço surtada, mas sei lá as vezes sinto uma angústia estranha e preciso compartilhar!!

E lendo e conversando com outras amigas mães ou gravidinhas vi que medos são comuns.
Dei uma lida nessa matéria e achei bem legal:

149-voce-tem-medo

1. Da dor
O fantasma da dor do parto ainda assombra muitas mulheres. É compreensível. As histórias de mães e avós descrevem em detalhes as aflições de dar à luz e fazem parte de uma tradição que valoriza o sofrimento: nenhuma mulher gerará um filho sem dor, profetiza a Bíblia. A realidade atual, no entanto, desmente as profecias. Wladimir Taborda, médico ginecologista e obstetra, coordenador da maternidade do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, explica: "Assim que a gestante chega à maternidade e começa o trabalho de parto, ela já recebe assistência e apoio. Desde as contrações iniciais, pode contar com medicamentos analgésicos ou relaxantes. E, finalmente, ao atingir cerca de 6 centímetros de dilatação, é anestesiada e não sente mais dor alguma".

2. De que o parto seja difícil
Mulheres que se preparam cuidadosamente para um parto natural tremem com a possibilidade de que imprevistos as levem a uma cesárea ou a um parto com fórceps. De fato, mesmo que a gravidez tenha evoluído sem contratempos, há situações em que a vida do bebê, da mãe ou de ambos exige uma intervenção maior dos médicos. São casos como sofrimento fetal, mau posicionamento do bebê no canal do parto, problemas de placenta etc. "O importante é confiar no obstetra que você escolheu. É ele quem vai julgar se o parto totalmente natural é ou não viável", acalma Wladimir Taborda. Ele lembra ainda que o fórceps mudou, e só é empregado para ajudar o bebê na manobra final, quando a cabecinha já está à vista. Além disso, mais recentemente, alguns médicos têm optado pelo uso de um instrumento conhecido como vácuo extrator, que auxilia no desprendimento da cabeça do bebê, sem risco de lesão para a mãe e seu filhote. Quanto à cesárea, também não há o que temer: ela é considerada, hoje, uma cirurgia segura.

3. De não reconhecer os sinais do parto
Uma dúvida mais do que natural para quem vive a primeira gravidez. Márcia Prasinos, ginecologista e obstetra, orienta: "Aproveite o pré-natal para se informar ao máximo e relaxe. Os sinais mais comuns - contrações, endurecimento da barriga, rompimento da bolsa ou um pequeno sangramento - jamais passam despercebidos por qualquer grávida". Wladimir Taborda sugere ainda o curso de gestantes, oferecido hoje em dia por muitos hospitais, para que a futura mãe tenha um contato mais próximo com enfermeiras obstetras e chegue ao parto mais tranquila. Na dúvida, você sempre pode ligar para o médico ou dirigir-se ao hospital para ser examinada.

4. De aborto. Claro, dá medo, sim
Mas, numa gravidez normal, o melhor que se tem a fazer é ficar atenta e confiar nas sábias reações do corpo. Os maiores riscos de aborto se concentram nas 12 primeiras semanas da gestação, quando a expulsão do feto ocorre, principalmente, por causa de malformações genéticas graves, muitas vezes incompatíveis com a vida. Passada essa fase crítica, não há por que se preocupar, a menos que a grávida já tenha histórico de três ou mais abortos espontâneos. Eles podem indicar outros problemas, como doenças imunológicas (quando a grávida produz anticorpos que atacam o bebê) ou insuficiência istmocervical - o útero não consegue "segurar" o bebê -, geralmente tratada com repouso e uma pequena sutura no colo uterino, a cerclagem.

5. Da anestesia
Esse temor está ligado a antigas histórias de um tempo em que a anestesia raquidiana era a única usada nos partos, injetada com uma agulha muito grossa. Isso facilitava o vazamento do líquido que banha o sistema nervoso, provocando fortes dores de cabeça. Hoje, a raquidiana é utilizada, quando necessário, apenas nos últimos momentos do parto normal, durante a expulsão do bebê. Os médicos dão preferência à peridural, um tipo de anestesia que não perfura a membrana que envolve a medula, como ocorre com a ráqui, e não oferece riscos ou sequelas. Medo de choque anafilático? Não se preocupe. Márcia e Wladimir garantem: além de ser muito raro, haverá tempo suficiente para reverter o quadro. Na hora do parto, lembram os médicos, a gestante está num ambiente hospitalar, e o anestesista tem à mão todos os recursos necessários para contornar qualquer emergência.

6. De não gostar do filho
Embora toda mulher sinta-se na obrigação de chorar de felicidade ao ver o filho pela primeira vez, a verdade é que não se sentir atraída de cara pelo bebê é mais comum do que se imagina. A terapeuta familiar e escritora Lídia Aratangy lamenta que a maior parte das gestantes não se atreva a confessar esse medo nem a si mesma. "Ele parece contrariar todos os cânticos sobre a mulher e a maternidade. Mas o temor existe, sim, no repertório de todas as futuras mamães - e o amor também vai existir. Acho até que as que pensam nesse medo e se assustam com ele têm mais chance de se deixar conquistar pelo filho do que as que esperam receber da vida nada menos do que um Bebê Johnson. A natureza cuidou bem disso: o filhote humano se faz amar menos pela estética e mais pela expressão de desamparo com que todos nascem, que mobiliza imediatamente o desejo de protegê-lo. Por enquanto, basta isso. Depois essa vontade de proteger se fará ternura e daí por diante o bebê se encarregará de seduzir essa mulher. Deixe por conta dele, você não precisa fazer nada, só estar por perto", aconselha a terapeuta.

7. De que o bebê seja trocado na maternidade
As maternidades têm se cercado cada vez mais de precauções para evitar esse erro. Na maioria, logo após o nascimento e na presença dos pais, o bebê recebe dupla identificação (com uma pulseirinha em cada braço). Alguns hospitais reforçam a segurança com um código de barras na própria pulseira e outros adotam sistemas eletrônicos para monitorar toda a movimentação do bebê no berçário ou no quarto. Além disso, a impressão de pezinho costuma ficar ao lado da digital da mãe e, em ultimíssimo caso, se houver dúvidas, existe o exame de DNA, que é absolutamente preciso para identificar os pais.

8. De má assistência médica
Não chegar ao hospital a tempo e ter de enfrentar o atraso - ou ausência - do obstetra são inquietações comuns, mas não há com o que se preocupar. "Avisando o médico logo no início das contrações, todos terão tempo de sobra para chegar à maternidade. A primeira fase do trabalho de parto, que é a das contrações, pode levar algumas horas, principalmente sendo o primeiro filho", tranquiliza Márcia Prasinos.

9. De estar sozinha na hora H
Entrar em trabalho de parto sem alguém por perto pode também arrepiar os cabelos das futuras mães. Sugestão da obstetra Márcia: "Mantenha sempre à vista os telefones do médico, da maternidade, de parentes ou amigos, de pontos e companhias de táxi, de um serviço de ambulância e - por que não? - dos bombeiros (paramédicos). Afinal, numa emergência, vale tudo.

10. De ficar com a vagina larga
A vagina possui músculos que lhe dão elasticidade suficiente para contrair e relaxar. Durante o parto, a episiotomia - um corte no períneo - é um recurso usado para aumentar a abertura vaginal e prevenir rompimentos ou lacerações mais graves. Wladimir Taborda explica que, às vezes, depois de dois ou três partos, é possível que a vagina fique um pouco mais alargada. Nesse caso, a saída pode ser fisioterapia ou uma cirurgia corretiva, a perineoplastia.

11. De dar vexame
A possibilidade de evacuar, fazer xixi ou soltar gases na hora do parto incomoda profundamente algumas mulheres. Esses são eventos bastante comuns e até esperados pela equipe médica, tranquilizam os obstetras Wladimir e Márcia. Além disso, não há o que temer: fezes ou urina não contaminam o bebê, já que a equipe médica e de enfermagem se incumbe de limpar tudo rapidamente.

12. De não ser boa mãe
Não existe fórmula de "boa mãe". Quando uma mulher exprime esse medo, provavelmente está ligado às suas fantasias infantis e ao desejo de querer ser uma mãe melhor do que a que teve para o bebê não passar pelas frustrações que ela enfrentou. Ou o inverso: tem uma imagem idealizada da própria mãe e teme não ser capaz de cuidar do filho tão bem quanto ela. Acalme-se: "O bebê tem a maior tolerância para com a inexperiência e o desajeitamento das mães", afirma a terapeuta Lídia Aratangy. "Fora os casos patológicos de depressões pós-parto, a média de erros e acertos das mães em geral não deve variar muito de geração para geração. Sempre houve erros e sempre houve acertos, e a uns e outros os bebês resistem bravamente. Seja a mãe que você pode ser e assim terá a chance de melhorar a cada dia."

13. De morrer
O medo da morte costuma refletir fantasias naturais de quem enfrenta a tarefa de gerar uma nova vida. Carmita Abdo, médica, terapeuta e professora da Faculdade de Medicina da USP, em São Paulo, acredita que a mulher consciente da responsabilidade de dar à luz uma nova vida passa por momentos de insegurança: "Ela sabe que tem de estar viva para dar conta do filho e de toda a sua cria, se ela tiver outros". Mãe não se ausenta, não fica doente e não pode morrer. Esse é o desejo de todas as mulheres que vivem a maternidade. A gestante que fez um bom pré-natal e programou um parto assistido, num hospital adequadamente equipado, não tem razão para temer desdobramentos graves na hora do nascimento do bebê.

14. De malformação do feto
Um medo justificável em algumas situações, como antecedentes de problemas na família ou em outras gestações e usuárias de determinados medicamentos. Para se tranquilizar, pondere com o médico os riscos e as vantagens de alguns exames de medicina fetal. Thomas Gollop, professor da Faculdade de Medicina da USP, ginecologista e obstetra especializado em medicina fetal e genética, explica que o chamado teste triplo, que é um exame de sangue comum, e o ultra-som com translucência nucal dão indícios de síndromes genéticas logo no início da gravidez. Outros, de resultados mais exatos, envolvem risco de aborto e só se justificam quando há fortes suspeitas de malformação. O mais conhecido é a amniocentese, mas há também a biópsia de placenta para análise de vilocorial e cordocentese. Realizados em diferentes fases da gestação, analisam o material genético do feto e são considerados invasivos, pois coletam amostras, respectivamente, do líquido amniótico, da placenta ou do cordão umbilical. Além disso, quase todos os médicos pedem o ultra-som morfológico fetal em torno do quarto mês para avaliar o bebê em detalhes. Não tem contra-indicações para o feto nem para a mãe e representa um grande avanço para o diagnóstico de malformações congênitas.

Tenho muitos desses medos e vocês??

Ah torçam por mim, quarta vou fazer US e quem sabe descobrir o sexo do bebê !!

Beijos

17 comentários:

  1. Oi Su!

    Acho que esses medos devem ser normais na primeira gestação, afinal, é tudo novo, né???

    Oba, vamos descobrir se é o Enzo ou a Lorena que vem por aí...acho que é a Lorena...=)

    Beijos!!!

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  2. Oi Su! Completamente normais e compreensíveis esses medos todos! Eu tbm tenho muitos desses... principalmente os relacionados a saúde do baby e ao parto!
    Mas conforme minha gravidez foi caminhando sem problemas, fui ficando mais tranquilas e hoje sinto que mais medos estão muito mais controlados!

    Mas não se deixe tomar pelos medos, quando algum deles te pegar, pense no lado bom da gravidez, reze e peça pra Deus confortar seu coração que tudo vai dar certo!

    Boa sorte na US! Depois conta pra gente se descobrir o sexo!

    Beijos!

    www.tudosobrebabies.blogspot.com

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  3. Eu tenho quase todos, na primeira gestação era menos frouxa, mas nessa...se meu guri não se mexe por 1 hora eu já fico doida....estou frouxa...

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  4. Eu tbm tenho vários desses medos. E em relaçao as preocupações antes dos ultrasons eu tbm tinha. Morria de medo de ter algo errado. Qdo tinha umas 12 semanas tbm fui p o hospital com enxaqueca e me deram dipirona na veia. Fiquei preocupada mas não aconteceu nada. Estou com 34 semanas e meu bebê está super saudável. Então fique tranqüila. Está tudo bem.
    Abç ,
    Ana

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  5. Amiga eu tenho quase todos esses medos e acho que é normal!
    Nos dias que a Alice tá mais calminha fico desesperada! rs
    Costumo dizer que barriga de grávida tinha que ter janelinha né? Pra gente poder ver o que está acontecendo...
    Mas tem que ter pensamento positivo, sempre, isso é mto importante!
    Amanhã tb é dia de eu ver minha princesa!
    E torcendo aqui mto pro seu bebê estar com as perninhas bem abertas pra vcs! rs não se esquece do chocolate! rs
    Bjos!

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  6. Suzy, tbm tenho todos esses medos, não poder controlar as coisas e não ter certeza de tudo o que está acontecendo o tempo todo é muito difícil, mas não podemos fazer nada além de confiarmos em Deus e acreditarmos que está tudo bem!
    Torcendo para que dê para ver o sexo do seu baby, tbm acho que é a Lorena!
    Bjuss

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  7. Suzy, isso é mais do que normal...
    Acho que absolutamente todas as grávidas passam por esses medos... Depois vai vir a fase depressiva... rsrsrs Gravidez é tudo de bom, mesmo...hehe

    Beijooos

    http://esperadomeupresentinho.blogspot.com.br/

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  8. Estou torcendo, quero muito saber se é suzinho ou suzinha! Adorei a matéria, achei bem completa, não conhecia! No início eu tinha muito medo pq como a gente não sente o bebê, não dá pra saber se tá bem, né? É muita coisa pra nossa cabeça administrar. :)

    Mas fica tranquila que tá tudo certo!

    Beijos!

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  9. Acho que é normal termos medos na gravidez. Hoje mesmo escrevi que fazer o US dá um certo medinho... Coisas de mãe...

    Beijos

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  10. Tambem tenho mts medos hoje fui fazer meu 1° ultrason e o medo era sera que pode estar vazio o saco ?sera que o coração vai bater? mais o senhor e a nossa rocha esat cuidando dos nossos bbs e deu tudo certo um bj!

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  11. EU Tbm tive muitos desses medos e ainda tenho muitossss!!! kkkkkk Faz parte!! E boa sorte na ultra!! ;)

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  12. amiga tudo isso é normal
    respira fundo tudo vai passar
    tudo vai dar certo
    eu sentia medo de tanta coisa de perder meu bebê do parto
    do coração dela para etc aff
    Deus estar a cuidar de vocês
    linda noite bjs


    http://sermamaepelasegundavez.blogspot.com.br/

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  13. ah Suzy, acho q os medos são normais, insegurança mesmo né, acho q todas passam por isso, umas mais outras menos.. eu sem ta grávida já penso em algumas dessas coisas..afinal ninguém quer passar por nada ruim.

    Mas vai tranquila, vamos torcer para ta tudo bem! Deve ser o filhote começando a se mexer ai...rsrsr vai q é isso..

    bjos

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  14. OI FLOR....BOM EU NÃO ESTOU GRAVIDA...AINDA....RSRSRSRS...MAS JÁ TENHO TODOS ESSES MEDOS...ISSO É SUPER NORMAL...TODA MULHER É ASSIM....BJS...ESTOU TORCENDO PARA VC DESCOBRIR O SEXO LOGO.....BJS

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  15. Oii tem tag para vc la no blog bjs!

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  16. Su estes medos devem ser normais, na gravidez a mulher fica mais sensível, e ai aparecem aquele monte de duvidas, de medos, principalmente porque não sabemos o que está acontecendo dentro de nós, acho que a gravidez devia durar 3 meses, vc descobre, curte a barriga e já nasce, pronto... sem muita espera...rsss

    Beijos

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  17. Olá, Suzy! Como é normal ter medo! Eu sou uma medrosa assumida. Mesmo ainda não estando grávida tenho vários desses medos (ou todos). Mas por isso a gente precisa de apoio do companheiro, da família e amigos, e também de informação. Quanto mais nos informarmos, melhor!
    Boa sorte pra você!
    Rita
    http://melancianabarriga.blogspot.com/

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