Meninas semana que vem trago os detalhes do ciclo, do período fértil para compartilhar.
É que por causa do trabalho deixo posts programados e não deu tempo de tirar foto dos testes que quero.
Está aí uma coisa que adoro: Escolha dos nomes.
Aqui está praticamente escolhido, de menino bati o pé que quero Enzo, menina que ainda ficamos na dúvida!
E achei esse post no blog Faculmamães um dos melhores que já li sobre o assunto!
Como escolher? Há milhares de opções!
Escolher o nome certo para um bebê é uma missão dificílima. É uma decisão de vida inteira, e muitos pais querem ser originais, mas sem cair na esquisitice. As opções são muitas, e é fácil ficar perdido. Além de tudo, você vai ouvir todo tipo de palpite por parte de parentes, amigos e até estranhos.
Por onde começar?
Comece a falar sobre o assunto com seu parceiro o quanto antes, para conseguir pelo menos algumas diretrizes básicas. Tenha uma listinha sempre à mão, para acrescentar um nome interessante quando cruzar com ele ou quando tiver uma inspiração súbita.
Há muita coisa para levar em conta na hora de decidir o nome do bebê: agradar à família, fugir de apelidos embaraçosos e evitar nomes que remetam a lembranças ruins. Veja a seguir alguns pontos para ter em mente:
• Som e compatibilidade. Diga em voz alta o nome completo do seu filho, com nome e sobrenome. Como ele soa? O nome combina bem com o sobrenome? Não se esqueça de tentar também só o primeiro e o último nome, no caso de haver vários sobrenomes. Às vezes nomes mais curtos combinam melhor com sobrenomes compridos, e vice-versa. Cuidado com trocadilhos, mesmo que eles pareçam bonitinhos na hora. Lembre-se de que seu filho vai conviver com eles pelo resto da vida.
Para quem tem mais de um filho, uma dica: experimente gritar os dois nomes juntos, como se estivesse chamando as crianças para tomar banho. Se a língua enrolar fácil, pense duas vezes. Chamar os nomes em voz alta será uma das coisas que você vai mais fazer na vida!
• Originalidade. Um nome incomum tem a vantagem de fazer a pessoa se destacar. Um nome muito frequente vai fazer com que seu filho acabe sendo conhecido pelo sobrenome, porque sempre haverá mais de um na classe, por exemplo. Por outro lado, um nome estranho demais, ou de pronúncia difícil, pode acabar chamando uma atenção indesejada para a criança. Uma boa regra é: se o sobrenome for comum, como Souza ou Martins, vale procurar um nome mais original, ou talvez um nome composto, para evitar que haja muitos homônimos. Se o sobrenome for muito diferente, talvez valha a pena investir num nome mais consagrado e tradicional, mais reconhecível.
Como no Brasil não há estatísticas oficiais sobre os nomes mais comuns, sobre os nomes da moda no Brasil. Também dê uma investigada nas escolinhas, ou faça um passeio em maternidades, olhando os enfeites das portas, para sentir quais são os nomes mais na moda. Assim você não se surpreenderá de encontrar mais três Gabrielas na classe da sua filha daqui a uns anos.
• Nomes repetidos. Talvez você sempre tenha sonhado, desde criança, em dar determinado nome a seu filho, e, agora que finalmente está grávida, sua cunhada resolveu dar exatamente o mesmo nome ao bebê dela, que acaba de nascer. Por um lado é estranho ter dois primos com o mesmo nome, mas por outro você não precisa abrir mão do seu sonho só por isso.
Uma alternativa é criar um nome composto, para diferenciar o do seu filho, e na intimidade chamá-lo só pelo nome que você gosta. Se os sobrenomes vão ser diferentes, você pode bater o pé e usar o nome que sempre planejou. Afinal, o filho é seu! Aproveite e já planeje um apelido de que você goste -- ele será inevitável.
• Homenagens. Há famílias que escolhem o nome de acordo com a preferência religiosa, e há outras que têm tradições, como a de dar o nome do pai ao primogênito, criando os Júniores, Filhos e Netos. Se você concorda com a tradição, ótimo. Se não, não deixe que familiares imponham uma escolha que não é a sua. Converse francamente com seu companheiro, já que ele é o principal envolvido na história.
Se a tradição vencer e você não encontrar escapatória, pense num apelido de que goste bastante, para chamar o bebê desde pequenininho. Mesmo que o apelido fique só entre vocês dois, você terá a sensação de que pelo menos teve alguma participação na identidade do seu filho.
• Significado. No dia-a-dia, pouca gente vai pensar no significado do nome do seu filho, mesmo porque as origens são obscuras e sujeitas a questionamentos. Mas vale a pena levar o significado em conta se ele for negativo: é provável que seu filho não fique muito feliz se descobrir.
• Apelidos e cacófatos. Crianças sabem ser cruéis quando querem. Por isso, ao escolher o nome, pense em todos os potenciais apelidos ligados a ele, para ver se não há nenhum "perigoso". A criatividade da maldade infantil é infinita, portanto pode ser que você não antecipe alguma gracinha. Mas não custa evitar as brincadeiras mais óbvias.
• Grafia. O fato de ter ou não de soletrar o nome o tempo todo incomoda algumas pessoas. Na hora de decidir que sobrenomes a criança terá e qual será a grafia do primeiro nome, imagine-se no papel dela tendo de dar o nome completo a um atendente qualquer, no balcão de uma loja ou pelo telefone. Veja quanto tempo o processo leva e tome sua decisão.
Quanto à grafia dos prenomes, a tentativa de ser original pode acabar se tornando um transtorno: pode ser que sua filha ache chato ter de se apresentar sempre como "Izabel com zê", ou "Joanna com dois enes".
Há muita coisa para levar em conta na hora de decidir o nome do bebê: agradar à família, fugir de apelidos embaraçosos e evitar nomes que remetam a lembranças ruins. Veja a seguir alguns pontos para ter em mente:
• Som e compatibilidade. Diga em voz alta o nome completo do seu filho, com nome e sobrenome. Como ele soa? O nome combina bem com o sobrenome? Não se esqueça de tentar também só o primeiro e o último nome, no caso de haver vários sobrenomes. Às vezes nomes mais curtos combinam melhor com sobrenomes compridos, e vice-versa. Cuidado com trocadilhos, mesmo que eles pareçam bonitinhos na hora. Lembre-se de que seu filho vai conviver com eles pelo resto da vida.
Para quem tem mais de um filho, uma dica: experimente gritar os dois nomes juntos, como se estivesse chamando as crianças para tomar banho. Se a língua enrolar fácil, pense duas vezes. Chamar os nomes em voz alta será uma das coisas que você vai mais fazer na vida!
• Originalidade. Um nome incomum tem a vantagem de fazer a pessoa se destacar. Um nome muito frequente vai fazer com que seu filho acabe sendo conhecido pelo sobrenome, porque sempre haverá mais de um na classe, por exemplo. Por outro lado, um nome estranho demais, ou de pronúncia difícil, pode acabar chamando uma atenção indesejada para a criança. Uma boa regra é: se o sobrenome for comum, como Souza ou Martins, vale procurar um nome mais original, ou talvez um nome composto, para evitar que haja muitos homônimos. Se o sobrenome for muito diferente, talvez valha a pena investir num nome mais consagrado e tradicional, mais reconhecível.
Como no Brasil não há estatísticas oficiais sobre os nomes mais comuns, sobre os nomes da moda no Brasil. Também dê uma investigada nas escolinhas, ou faça um passeio em maternidades, olhando os enfeites das portas, para sentir quais são os nomes mais na moda. Assim você não se surpreenderá de encontrar mais três Gabrielas na classe da sua filha daqui a uns anos.
• Nomes repetidos. Talvez você sempre tenha sonhado, desde criança, em dar determinado nome a seu filho, e, agora que finalmente está grávida, sua cunhada resolveu dar exatamente o mesmo nome ao bebê dela, que acaba de nascer. Por um lado é estranho ter dois primos com o mesmo nome, mas por outro você não precisa abrir mão do seu sonho só por isso.
Uma alternativa é criar um nome composto, para diferenciar o do seu filho, e na intimidade chamá-lo só pelo nome que você gosta. Se os sobrenomes vão ser diferentes, você pode bater o pé e usar o nome que sempre planejou. Afinal, o filho é seu! Aproveite e já planeje um apelido de que você goste -- ele será inevitável.
• Homenagens. Há famílias que escolhem o nome de acordo com a preferência religiosa, e há outras que têm tradições, como a de dar o nome do pai ao primogênito, criando os Júniores, Filhos e Netos. Se você concorda com a tradição, ótimo. Se não, não deixe que familiares imponham uma escolha que não é a sua. Converse francamente com seu companheiro, já que ele é o principal envolvido na história.
Se a tradição vencer e você não encontrar escapatória, pense num apelido de que goste bastante, para chamar o bebê desde pequenininho. Mesmo que o apelido fique só entre vocês dois, você terá a sensação de que pelo menos teve alguma participação na identidade do seu filho.
• Significado. No dia-a-dia, pouca gente vai pensar no significado do nome do seu filho, mesmo porque as origens são obscuras e sujeitas a questionamentos. Mas vale a pena levar o significado em conta se ele for negativo: é provável que seu filho não fique muito feliz se descobrir.
• Apelidos e cacófatos. Crianças sabem ser cruéis quando querem. Por isso, ao escolher o nome, pense em todos os potenciais apelidos ligados a ele, para ver se não há nenhum "perigoso". A criatividade da maldade infantil é infinita, portanto pode ser que você não antecipe alguma gracinha. Mas não custa evitar as brincadeiras mais óbvias.
• Grafia. O fato de ter ou não de soletrar o nome o tempo todo incomoda algumas pessoas. Na hora de decidir que sobrenomes a criança terá e qual será a grafia do primeiro nome, imagine-se no papel dela tendo de dar o nome completo a um atendente qualquer, no balcão de uma loja ou pelo telefone. Veja quanto tempo o processo leva e tome sua decisão.
Quanto à grafia dos prenomes, a tentativa de ser original pode acabar se tornando um transtorno: pode ser que sua filha ache chato ter de se apresentar sempre como "Izabel com zê", ou "Joanna com dois enes".
"K", "y" e letras duplas provocam amor e ódio, mas se consolidam
Muita gente pode até torcer o nariz quando o assunto são nomes escritos com y, w,k, As letras dobradas e o uso de h junto com consoantes (como em Sophia e Arthur) também são cada vez mais usadas, até superando as formas "tradicionais".Dica de professora: Pensem bem na grafia, tem criança com nome pronunciado tão diferente do que é escrito que alfabetizar fica difícil, rsrrss
Vixi Su, quanto a nomes meu marido parece irredutível...rsss, ele já escolheu os nomes, e disse que eu posso escolher qualquer um, pq quem registra é ele então eu querendo ou não será como ele quiser...rsss. Posso com isso?
ResponderExcluirQuem sabe quando chegar mesmo a hora de definir ele abra mão né?
Beijos,
adorei o post o nome do meu bb se for menino vai ser Antony minha vo nao consegue falar direito fala Antonio rs mais eu quero mt para menina ainda temos duvidas vamos ver bjsssssss!
ResponderExcluirSuzy amei as dicas a melhor coisa é pensar e ter dicas do nomes antes
ResponderExcluirpor que na hora complica rs
linda tarde bjs
http://sermamaepelasegundavez.blogspot.com.br/
Oi Su, adorei esse post, coisas que eu jamais pensaria ao escolher um nome..muito bom... :)
ResponderExcluirBeijãoo
Nossa Suzy...todo dia eu mudo o nome dos meus filhos...rsrsrsrs...Imagina quando eu engravidar?rsrsrsrs...Olha tem selinho no blog para vc...depois passa lá e pega...bjs!!!!
ResponderExcluirOi Susy!!! Eu tinha um nome em mente para uma futura menina daí o irmão do meu esposo colocou o nome na filha sem saber que eu gostava do nome.
ResponderExcluirFiquei chateada porque eu já estava apaixonada pelo nome e agora não consigo gostar de outros.Queria que vc fizesse um post de sugestões.
Bjim!
amiga linda tem uma tag
ResponderExcluirpra você responder lá no meu cantinho
linda noite bjs
http://sermamaepelasegundavez.blogspot.com.br/
Oi!
ResponderExcluirÉ muita responsabilidade escolher um nome.....ainda tenho mtas dúvidas de qual escolher quando o bebê vier! rsrs..
Beijos!!!