Publiquei esse post no blog que escrevo o Casas e Coisas logo que resolvi tentar meu baby, afinal quem planeja uma gravidez, acaba se perguntando: Será que vou dar conta financeiramente??
Eu tenho esse medo sabe...embora eu tenha um emprego público, marido não e a renda maior aqui é a dele, afinal sou professora, rsrss
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Até os 18 anos
Agora o bebê nasceu e você entra no mundo das fraldas, um dos maiores gastos dessa fase. Até os 6 meses de vida, se estiver amamentando, você não terá de se preocupar com comida: o leite materno deve ser o único alimento, o que, além de ideal para o bebê, é supereconômico para a família. Se for complementar com leite artificial, prepare o bolso - ele pode ficar indigesto para o orçamento. Além da alimentação, haverá despesas com reposição do enxoval, à medida que a criança vai crescendo, e visitas ao pediatra. Caso o médico pertença ao plano de saúde, as contas inicialmente serão um pouco mais leves. A economia, no entanto, não dura muito, porque geralmente os pais trabalham fora e será preciso contratar uma babá ou optar por um berçário. É por essa razão que a pesquisa do Cefipe não faz diferenciação nos custos mensais até os 18 anos, que, para uma família de classe média, fica ao redor de 750 reais. "Os gastos vão sendo substituídos, mas não há muita variação", observa Silvestre. "Um berçário pode custar tanto quanto uma mensalidade escolar e, se uma hora cessam os gastos com fraldas, aumentam outras despesas." No valor mensal de 750 reais estão incluídos gastos diretos com a criança, como educação e vestuário, e os indiretos, que compõem despesas gerais da família, como alimentação e plano de saúde, por exemplo. "A educação ocupa sozinha 50% desse total, levando em conta a escolha de uma boa escola de bairro", explica o consultor. Se você optar por um colégio de renome, de mensalidade mais alta, a projeção mensal pode crescer significativamente.

Dos 18 aos 23 anos
É nesse período que a situação fica mais apertada. De acordo com os cálculos de Silvestre, por causa da faculdade, dos custos mais elevados com gasolina - é comum o jovem usar um dos carros da família se não tiver o dele - e da atividade social mais intensa, o gasto mensal com o herdeiro dobra para algo que pode chegar facilmente a 1,5 mil reais. Por esse motivo, é para essa fase que se recomenda a preparação de uma reserva financeira. O segredo para tudo dar certo é começar cedo. Quer ver só? Para custear totalmente a universidade, você deverá reunir algo próximo de 40 mil reais, considerando uma mensalidade ao redor de 800 reais e um curso com duração de quatro anos.Se iniciar uma aplicação financeira assim que o bebê nascer, em um fundo de renda fixa conservador, por exemplo, que pague juros reais de 0,2% ao mês (sem contar a reposição da inflação), precisará aplicar mensalmente, em valores atuais, 148,20 reais. Assim, chegará aos 40 mil reais quando seu filho completar 18 anos. Se iniciar o investimento quando a criança tiver 2 anos, o valor empregado deve aumentar um pouco, para 171,09 reais. Se você achou muito, outra opção é reservar ao menos uma parte disso - que já será de boa ajuda no futuro. Aplicando, por exemplo, 50 reais por mês a partir do nascimento, você terá cerca de 13,5 mil reais 18 anos depois.

Onde investir
Qual a aplicação mais indicada para esperar tanto tempo? Existe uma lógica em finanças segundo a qual de quanto mais tempo você dispõe, mais pode aumentar suas possibilidades de ganho com investimentos de maior risco. No entanto, apesar de contar com um prazo bastante longo - de 18 a 20 anos -, essa regra não é totalmente aplicável quando o que está em jogo é a educação dos filhos. Os especialistas recomendam aplicações conservadoras ou no máximo que conjuguem as duas fórmulas, destinando uma parcela menor para investimentos mais arriscados, como fundos de ações. "Mas não deve ser mais de 20%", observa o consultor financeiro Gustavo Cerbasi, autor do livro Dinheiro - Os Segredos de Quem Tem (Editora Gente). "Não se trata de uma reserva apenas, há um objetivo bem claro para o futuro e colocar esse recurso em risco não é um bom negócio." Mas isso também não significa que você deva se restringir à caderneta de poupança. "Há alternativas mais rentáveis e praticamente tão seguras quanto", ressalta Cerbasi.Quais são elas? "Fundos de renda fixa conservadores, CDBs de grandes bancos e títulos do governo, que podem ser adquiridos a partir de 200 reais pelo Tesouro Direto." O importante é manter a disciplina de fazer os aportes mensais para que sua reserva cresça da maneira planejada. Vale ainda uma dica que na maioria das vezes a gente não leva em consideração: "A cada seis meses, corrija o valor que você aplica mensalmente pela inflação - ao longo de 18 anos fará diferença". Outra opção, válida principalmente para quem não quer se preocupar em acompanhar passo a passo o investimento - como o prazo é muito longo, pode ser recomendável mudar de aplicação ao longo do caminho -, são os planos voltados para a educação dos filhos oferecidos pelos bancos. Eles nada mais são do que planos de previdência, tipo PGBL ou VGBL, mas que prevêem um resgate mais cedo do que aconteceria na aposentaria, geralmente programado para o período da faculdade. Há opções para todos os bolsos, com aplicações mínimas a partir de 40, 50 reais. Ao final do período contratado, você pode escolher entre retirar tudo de uma vez ou receber o valor dividido em parcelas mensais. No site dos bancos você encontra simuladores que permitem projetar quanto receberá no futuro, de acordo com diferentes valores mensais de aplicação.

Importante, mas não intocável
Seja qual for o investimento que você escolher, lembre-se de que essa reserva é importante, mas não intocável. Em situações de emergência, em que esteja em jogo o bem-estar da sua família, ela pode - e deve - ser usada. "Não tem cabimento detonar o patrimônio familiar e deixar intacta a poupança do Júnior", destaca a consultora Cássia D'Aquino, especializada em educação financeira. O mesmo raciocínio vale para a decisão de quanto aplicar mensalmente. "Quando o bebê nasce, é tão milagroso que tenha acontecido que a tentação é desviar a atenção de tudo o mais para a criança", comenta. "Mas é necessário bom senso e trabalhar com o orçamento que você tem." Outra recomendação fundamental: cuidado com as expectativas. Pode ser que, ao terminar o ensino médio, seu filho adolescente diga que não tem a menor intenção de fazer a faculdade que você sonhou para ele. "É importante que os pais entendam essa poupança como uma reserva que dará apoio ao filho no início da vida adulta, seja para ajudar no período universitário, na abertura de um negócio próprio, na compra do primeiro imóvel ou no que mais combinarem", ressalta Cássia. Também não se desespere se o seu orçamento não permite juntar a provisão que você gostaria de oferecer quando seu jovem tiver 18 ou 20 anos. "Mais do que tudo, a gente deve prover os filhos de educação e afeto para que, lá na frente, eles tenham condições de caminhar sozinhos."

E espero poder ser para meu filho o que meus pais foram para mim !!!
Beijos
Eu já decidi com o marido que faremos uma poupança para cada um dos filhos, assim que nascerem. Todo o mês será depositado R$100 de cada um de nós, na conta de cada um dos filhos. Assim, quando fizerem os benditos 18 esteremos tranquilos.
ResponderExcluirBeijosssss
Nossa Su, se colocarmos tudo na ponta do lápis nunca conseguiremos ter filhos, é melhor nem pensar muito nisso....! rs....
ResponderExcluirUm dos motivos que ainda nao quero ter filhos, eu tive tudo e quero dar tudo para meus filhos, por isso hj nao tenho condições de ter o conforto que quero e ainda ter filhos!
ResponderExcluirVou esperar um pouco mais!
bjus
Se a gente parar pra pensar em tudo isso e muito mais, ninguém tem filhos! rsrs
ResponderExcluirO luxo não é necessário! Precisamos apenas ter a condição de dar o essencial (boa alimentação, bom estudo, educação, um berço pra dormir quentinho...) afinal, colocar filho no mundo para sofrer é demais!
Mas, quarto dos sonhos, roupinhas de grife que usa 1 vez e perde... Isso não forma o carater dos filhos, então pode ser segundo plano!
é o que eu acho! Respeito a opinião de todos!
beijinhos flor!
Amiga, eu prefiro nem pensar nestas coisas, até pq se for esperar ter toda essa grana, poucos terão, rs... mas, nossos pais conseguiram, pq a gente não iria conseguir, né? Marido e eu já combinamos que assim que nascer, faremos uma previdência privada para a criança, um pouco por mês já ajuda na faculdade pelo menos, né? rs... bjo!
ResponderExcluirÉ claro que queremos dar tudo de melhor para nossos filhos. Estou um pouco tranquila pq sei que posso contar com a ajuda dos meus pais e da minha sogra, se precisar (o que espero não usar). Mas, infelizmente não dá para prever o dia de amanhã. Uma reservinha e um bom planejamento sempre ajudam bastante.
ResponderExcluirBeijos!
para rs quero pensa non amiga
ResponderExcluirsei que é muito caro,
se parar para pensamos não teria
mais filhos apenas um e olhe lá rs
mais é muito bom fazer
economias pra eles sim
linda noite bjs
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