15 agosto 2013

Enxoval para bebê de calor.

Bom dia meninas!!

Ainda estou atrás de onde fazer o US , se alguém for da região aqui de São Carlos ou Ribeirão Preto por favor me passem contato!!

Andei pesquisando o que vou precisar para o bebê, fico mais perdida que cego em tiroteio pq meu filhote nasce em janeiro então acho que ele ñ vai usar mtaaa roupa de lã nessa época e tenho medo de comprar coisas atoa!
Aí achei essas dicas no baby center, as que já são mamães me ajudem !!


A lista de enxoval: itens essenciais

Os itens abaixo são uma quantidade mínima para ter trocas suficientes com conforto. Mas tudo depende da rotatividade da lavagem de roupa na sua casa. Se você não pode lavar várias vezes por semana e as roupas demoram a secar, talvez precise aumentar a quantidade. 

Outra questão é o tamanho do bebê. Bebês que nascem pequenos (com 3 kg ou menos) usam bastante as roupinhas RN, por mais de um mês. Já bebês que nascem maiores (3,5 kg ou mais) usam roupas RN por cerca de 15 dias, ou até menos. 

O enxoval já inclui as roupinhas necessárias para a mala da maternidade. 


• 1 roupa para "saída da maternidade": deve ser confortável, mais quentinha (mas sem exageros) e bonita para estar nas fotos que serão guardadas para sempre 

• Body de manga curta: 6 tamanho RN e 6 tamanho P 

• Body de manga comprida: 4 tamanho RN e 4 tamanho P 

• Calça tipo "mijão" ou culote com ou sem pé: 6 tamanho RN e 6 tamanho P 

• Macaquinho ou jardineira curta para banho de sol: 4 tamanho P 

• Macacão inteiro de manga comprida: 5 tamanho RN e 6 tamanho P (é bom ter alguns mais fininhos, de malha ou algodão, e um ou dois mais grossos, de plush, por exemplo) 

• Camiseta: 4 tamanho P 

• Calça de moletom, legging ou jeans: 2 tamanho P 

• Casaquinho de lã, linha ou moletom grosso: 2 tamanho RN e 2 tamanho P 

• Macacão de algodão simples, confortável, tipo pijama: 2 tamanho RN e 2 tamanho P 

• Meia: 6 pares 

• Chapéu para sol: 2 

• Manta de algodão: 2 

• Xale de lã: 1 

• Fralda de pano para usos variados: Pelo menos 4 

• Paninho de boca: Pelo menos 6 

• Toalha de banho com capuz: 3 

• Lençol de baixo com elástico, para berço: 3 


Ah isso sem contar fralda, lencinho entre outros né?!?!

Beijos

14 agosto 2013

BC:O que eu espero da maternidade

Boa tarde!!

Hoje foi dia de US e confesso que apesar de bem mais tranquila em saber que meu bebê está bem, desenvolvendo bem , coraçãozinho normal fiquei mto decepcionada com o médico, pq se não perguntássemos a respeito do sexo ele nem tentaria ver, estou de 18 semanas meninas e ele disse que ainda é mto pequeno para ver, só para matar curiosidade quem viu pelo US estava de qtas semanas ??
Bom aí até fez de conta que queria dar palpite e nada, disse que ñ daria para ver, saí de lá arrasada com o mal atendimento, o outro que sempre nos atende é tão atencioso e bem hj demos esse azar, pior que agora só a morfológica que vai demorar mais ou menos um mês.
Tentei particular mas acreditem aqui não é feito =(

Vamos á BC da semana!


O que eu mais espero é que eu consiga ser uma boa mãe para meu filho, que eu consiga fazê-lo feliz ...
Tenho quase certeza que eu me sentirei mto realizada com a maternidade, ñ tenho  a ilusão de que é um mundo cor de rosa, que são só flores, pq vivi de perto o drama da minha cunhada que a Thauany acordava  a noite toda, chorava de cólica e ela mais parecia um zumbi.
Mas quero passar por esses perrengues da melhor maneira e com a certeza de que são fases e passa, no final passa..

Quero ter um filho saudável, pq acho que nada dói mais em uma mãe do que ver o bebê doentinho!
Quero continuar tendo vida própria mesmo após ser mãe, continuar com meus sonhos pessoais e quero que as pessoas ao meu redor não me crucifiquem e nem me achem menos mãe por isso!

Quero ter tempo de brincar de carrinho ou boneca ( aiii o que será?? rsrs) , ter paciência para depois de ensinar uma sala de aula inteira ajudar meu filho com as tarefas de casa, poder ir ás comemorações na escola (tenho tanto medo disso pq trabalho na área e geralmente as datas coincidem ) , contar histórias !!

Quero viver intensamente tudo que for de direito!!
Pq eu sempre falo pro meu marido que apesar dos incômodos da gravidez, de eu me achar o patinho feio eu me sinto tão mas tão abençoada em poder ser mãe!!


Beijos !!


12 agosto 2013

Medos na gravidez.

Bom dia!!

Ultimamente tenho me sentido muito estranha, com medo de que algo errado aconteça na minha gravidez, e sempre que estou perto de fazer US esse medo se intensifica.
Não consigo identificar se o que sinto são as mexidas do bebê mesmo ou gases , e como ñ são intensas e frequentes esses dias estou numa neura só!
Fora que como tive enxaqueca tive que tomar dipirona na veia e aí que fiquei cismada mesmo.
Desculpem se pareço surtada, mas sei lá as vezes sinto uma angústia estranha e preciso compartilhar!!

E lendo e conversando com outras amigas mães ou gravidinhas vi que medos são comuns.
Dei uma lida nessa matéria e achei bem legal:

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1. Da dor
O fantasma da dor do parto ainda assombra muitas mulheres. É compreensível. As histórias de mães e avós descrevem em detalhes as aflições de dar à luz e fazem parte de uma tradição que valoriza o sofrimento: nenhuma mulher gerará um filho sem dor, profetiza a Bíblia. A realidade atual, no entanto, desmente as profecias. Wladimir Taborda, médico ginecologista e obstetra, coordenador da maternidade do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, explica: "Assim que a gestante chega à maternidade e começa o trabalho de parto, ela já recebe assistência e apoio. Desde as contrações iniciais, pode contar com medicamentos analgésicos ou relaxantes. E, finalmente, ao atingir cerca de 6 centímetros de dilatação, é anestesiada e não sente mais dor alguma".

2. De que o parto seja difícil
Mulheres que se preparam cuidadosamente para um parto natural tremem com a possibilidade de que imprevistos as levem a uma cesárea ou a um parto com fórceps. De fato, mesmo que a gravidez tenha evoluído sem contratempos, há situações em que a vida do bebê, da mãe ou de ambos exige uma intervenção maior dos médicos. São casos como sofrimento fetal, mau posicionamento do bebê no canal do parto, problemas de placenta etc. "O importante é confiar no obstetra que você escolheu. É ele quem vai julgar se o parto totalmente natural é ou não viável", acalma Wladimir Taborda. Ele lembra ainda que o fórceps mudou, e só é empregado para ajudar o bebê na manobra final, quando a cabecinha já está à vista. Além disso, mais recentemente, alguns médicos têm optado pelo uso de um instrumento conhecido como vácuo extrator, que auxilia no desprendimento da cabeça do bebê, sem risco de lesão para a mãe e seu filhote. Quanto à cesárea, também não há o que temer: ela é considerada, hoje, uma cirurgia segura.

3. De não reconhecer os sinais do parto
Uma dúvida mais do que natural para quem vive a primeira gravidez. Márcia Prasinos, ginecologista e obstetra, orienta: "Aproveite o pré-natal para se informar ao máximo e relaxe. Os sinais mais comuns - contrações, endurecimento da barriga, rompimento da bolsa ou um pequeno sangramento - jamais passam despercebidos por qualquer grávida". Wladimir Taborda sugere ainda o curso de gestantes, oferecido hoje em dia por muitos hospitais, para que a futura mãe tenha um contato mais próximo com enfermeiras obstetras e chegue ao parto mais tranquila. Na dúvida, você sempre pode ligar para o médico ou dirigir-se ao hospital para ser examinada.

4. De aborto. Claro, dá medo, sim
Mas, numa gravidez normal, o melhor que se tem a fazer é ficar atenta e confiar nas sábias reações do corpo. Os maiores riscos de aborto se concentram nas 12 primeiras semanas da gestação, quando a expulsão do feto ocorre, principalmente, por causa de malformações genéticas graves, muitas vezes incompatíveis com a vida. Passada essa fase crítica, não há por que se preocupar, a menos que a grávida já tenha histórico de três ou mais abortos espontâneos. Eles podem indicar outros problemas, como doenças imunológicas (quando a grávida produz anticorpos que atacam o bebê) ou insuficiência istmocervical - o útero não consegue "segurar" o bebê -, geralmente tratada com repouso e uma pequena sutura no colo uterino, a cerclagem.

5. Da anestesia
Esse temor está ligado a antigas histórias de um tempo em que a anestesia raquidiana era a única usada nos partos, injetada com uma agulha muito grossa. Isso facilitava o vazamento do líquido que banha o sistema nervoso, provocando fortes dores de cabeça. Hoje, a raquidiana é utilizada, quando necessário, apenas nos últimos momentos do parto normal, durante a expulsão do bebê. Os médicos dão preferência à peridural, um tipo de anestesia que não perfura a membrana que envolve a medula, como ocorre com a ráqui, e não oferece riscos ou sequelas. Medo de choque anafilático? Não se preocupe. Márcia e Wladimir garantem: além de ser muito raro, haverá tempo suficiente para reverter o quadro. Na hora do parto, lembram os médicos, a gestante está num ambiente hospitalar, e o anestesista tem à mão todos os recursos necessários para contornar qualquer emergência.

6. De não gostar do filho
Embora toda mulher sinta-se na obrigação de chorar de felicidade ao ver o filho pela primeira vez, a verdade é que não se sentir atraída de cara pelo bebê é mais comum do que se imagina. A terapeuta familiar e escritora Lídia Aratangy lamenta que a maior parte das gestantes não se atreva a confessar esse medo nem a si mesma. "Ele parece contrariar todos os cânticos sobre a mulher e a maternidade. Mas o temor existe, sim, no repertório de todas as futuras mamães - e o amor também vai existir. Acho até que as que pensam nesse medo e se assustam com ele têm mais chance de se deixar conquistar pelo filho do que as que esperam receber da vida nada menos do que um Bebê Johnson. A natureza cuidou bem disso: o filhote humano se faz amar menos pela estética e mais pela expressão de desamparo com que todos nascem, que mobiliza imediatamente o desejo de protegê-lo. Por enquanto, basta isso. Depois essa vontade de proteger se fará ternura e daí por diante o bebê se encarregará de seduzir essa mulher. Deixe por conta dele, você não precisa fazer nada, só estar por perto", aconselha a terapeuta.

7. De que o bebê seja trocado na maternidade
As maternidades têm se cercado cada vez mais de precauções para evitar esse erro. Na maioria, logo após o nascimento e na presença dos pais, o bebê recebe dupla identificação (com uma pulseirinha em cada braço). Alguns hospitais reforçam a segurança com um código de barras na própria pulseira e outros adotam sistemas eletrônicos para monitorar toda a movimentação do bebê no berçário ou no quarto. Além disso, a impressão de pezinho costuma ficar ao lado da digital da mãe e, em ultimíssimo caso, se houver dúvidas, existe o exame de DNA, que é absolutamente preciso para identificar os pais.

8. De má assistência médica
Não chegar ao hospital a tempo e ter de enfrentar o atraso - ou ausência - do obstetra são inquietações comuns, mas não há com o que se preocupar. "Avisando o médico logo no início das contrações, todos terão tempo de sobra para chegar à maternidade. A primeira fase do trabalho de parto, que é a das contrações, pode levar algumas horas, principalmente sendo o primeiro filho", tranquiliza Márcia Prasinos.

9. De estar sozinha na hora H
Entrar em trabalho de parto sem alguém por perto pode também arrepiar os cabelos das futuras mães. Sugestão da obstetra Márcia: "Mantenha sempre à vista os telefones do médico, da maternidade, de parentes ou amigos, de pontos e companhias de táxi, de um serviço de ambulância e - por que não? - dos bombeiros (paramédicos). Afinal, numa emergência, vale tudo.

10. De ficar com a vagina larga
A vagina possui músculos que lhe dão elasticidade suficiente para contrair e relaxar. Durante o parto, a episiotomia - um corte no períneo - é um recurso usado para aumentar a abertura vaginal e prevenir rompimentos ou lacerações mais graves. Wladimir Taborda explica que, às vezes, depois de dois ou três partos, é possível que a vagina fique um pouco mais alargada. Nesse caso, a saída pode ser fisioterapia ou uma cirurgia corretiva, a perineoplastia.

11. De dar vexame
A possibilidade de evacuar, fazer xixi ou soltar gases na hora do parto incomoda profundamente algumas mulheres. Esses são eventos bastante comuns e até esperados pela equipe médica, tranquilizam os obstetras Wladimir e Márcia. Além disso, não há o que temer: fezes ou urina não contaminam o bebê, já que a equipe médica e de enfermagem se incumbe de limpar tudo rapidamente.

12. De não ser boa mãe
Não existe fórmula de "boa mãe". Quando uma mulher exprime esse medo, provavelmente está ligado às suas fantasias infantis e ao desejo de querer ser uma mãe melhor do que a que teve para o bebê não passar pelas frustrações que ela enfrentou. Ou o inverso: tem uma imagem idealizada da própria mãe e teme não ser capaz de cuidar do filho tão bem quanto ela. Acalme-se: "O bebê tem a maior tolerância para com a inexperiência e o desajeitamento das mães", afirma a terapeuta Lídia Aratangy. "Fora os casos patológicos de depressões pós-parto, a média de erros e acertos das mães em geral não deve variar muito de geração para geração. Sempre houve erros e sempre houve acertos, e a uns e outros os bebês resistem bravamente. Seja a mãe que você pode ser e assim terá a chance de melhorar a cada dia."

13. De morrer
O medo da morte costuma refletir fantasias naturais de quem enfrenta a tarefa de gerar uma nova vida. Carmita Abdo, médica, terapeuta e professora da Faculdade de Medicina da USP, em São Paulo, acredita que a mulher consciente da responsabilidade de dar à luz uma nova vida passa por momentos de insegurança: "Ela sabe que tem de estar viva para dar conta do filho e de toda a sua cria, se ela tiver outros". Mãe não se ausenta, não fica doente e não pode morrer. Esse é o desejo de todas as mulheres que vivem a maternidade. A gestante que fez um bom pré-natal e programou um parto assistido, num hospital adequadamente equipado, não tem razão para temer desdobramentos graves na hora do nascimento do bebê.

14. De malformação do feto
Um medo justificável em algumas situações, como antecedentes de problemas na família ou em outras gestações e usuárias de determinados medicamentos. Para se tranquilizar, pondere com o médico os riscos e as vantagens de alguns exames de medicina fetal. Thomas Gollop, professor da Faculdade de Medicina da USP, ginecologista e obstetra especializado em medicina fetal e genética, explica que o chamado teste triplo, que é um exame de sangue comum, e o ultra-som com translucência nucal dão indícios de síndromes genéticas logo no início da gravidez. Outros, de resultados mais exatos, envolvem risco de aborto e só se justificam quando há fortes suspeitas de malformação. O mais conhecido é a amniocentese, mas há também a biópsia de placenta para análise de vilocorial e cordocentese. Realizados em diferentes fases da gestação, analisam o material genético do feto e são considerados invasivos, pois coletam amostras, respectivamente, do líquido amniótico, da placenta ou do cordão umbilical. Além disso, quase todos os médicos pedem o ultra-som morfológico fetal em torno do quarto mês para avaliar o bebê em detalhes. Não tem contra-indicações para o feto nem para a mãe e representa um grande avanço para o diagnóstico de malformações congênitas.

Tenho muitos desses medos e vocês??

Ah torçam por mim, quarta vou fazer US e quem sabe descobrir o sexo do bebê !!

Beijos

07 agosto 2013

BC:O que ninguém me contou sobre a gravidez!!

Antes tarde do que nunca, mas essa semana tive crise de enxaqueca, das bravas e só fui trabalhar pq precisava mesmo!!

Bom essa BC foi bem difícil de fazer pq tdo mundo me colocou tanto medo sobre a gravidez que acho que tudo que pudesse acontecer de ruim eu já sabia.
Que eu ía enjoar, que eu ía engordar, ter  estrias, emburrecer, querer matar um de vez em qdo ...sabe todo esse terrorismo??
Acho até que esqueceram de me contar as partes boas, rsrrs

Mas pensei bem e lembrei que:

Ninguém me contou que eu ía virar um urso de tanto pelo, e que na barriga eles ficam escuros...quase surtei qdo começou mas né?!? Faz parte...!

Tb não me contaram que todo mundo ía me olhar com outros olhos e querer alisar minha barriga, as vezes até pessoas que eu mal conheço.
Que eu tb não conseguiria passar horas em pé sem sentir dores nas costas, nunca tive dor nas costas =(

E tb acho que esqueceram de me contar que eu ía amar mto tudo isso mesmo minha vida virando de ponta cabeça!!

Agora vou visitar vocês, que já está até chato ficar pedindo desculpas sempre pelo sumiço!!

Beijão!!